Gilda trabalhava de voluntária na igreja de São Cristóvão, na Fonte Santa (Teresópolis). Em nossa experiência-piloto, tinha sido tratada de dores nos ombros e mal-estar “psicológico” (era ainda a primeira semana da tragédia). Tais dores tinham cessado durante o primeiro tratamento e não tinham mais voltado. Desta vez, Gilda me apresentou uma outra queixa, de dores nos pés “queimando feito um fogo”, constantes: “meu pé dói vinte e quatro horas [por dia], tadinho”. Continue lendo
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